O intestino é considerado a maior glândula endócrina do corpo humano. Graças às grandes quantidades e hormônios que secreta, sua mucosa concentra 80% do potencial da imunidade do organismo.

O órgão também é responsável por cerca de 90% de toda a produção de serotonina do indivíduo, por isso ele também vem sendo chamado de o “segundo cérebro” de nosso organismo.

Tais atividades são essenciais para que o organismo cumpra bem o seu papel em sua totalidade, incluindo desde a manutenção do sistema imunológico até a perda ou ganho de peso.

Ele também cumpre o papel de sintetizar e absorver vitaminas e minerais de tudo aquilo que comemos, bem como normalizar níveis de colesterol e triglicerídeos.

Além desses processos que ocorrem por meio da ingestão, também é importante observar se a digestão do que colocamos em nosso prato, assim como sua absorção, transporte, utilização e excreção do ocorrem da maneira adequada.

O alerta é dado pela mestre em Nutrição pela Universidade de São Paulo (USP), Cláudia Sanibal: “O alimento precisa percorrer todas as etapas para atender às necessidades de cada órgão. Se uma delas não ocorrer de forma adequada, pode sobrecarregar à outra, gerando uma série de desconfortos ou, até mesmo, doenças”.

Ela ainda lembra que, para que o intestino trabalhe de maneira plena e satisfatória é preciso estar atento à qualidade, frequência e quantidade dos alimentos ingeridos. E essa recomendação não vale apenas para alimentos ricos em gorduras e com baixo valor nutricional.

“Não é interessante, por exemplo, privilegiar um grupo alimentar, por mais saudável que ele se apresente, e se esquecer dos outros. Precisamos de um pouco de cada para que tudo seja processado de modo harmonioso e equilibrado”, ressalta a nutricionista.

Outra dica importante de Claudia é respeitar a individualidade bioquímica de cada um: “Há pessoas que não digerem ou desenvolvem alergia a certos alimentos. Isso pode comprometer o fluxo intestinal, causando cólicas, constipação e diarréia, causando uma reação em cadeia nos outros órgãos a curto, médio e longo prazos”, revela.

Para que essa individualidade seja respeitada, é importante contar com a orientação de um profissional capacitado. Somente ele poderá avaliar – por meio de exames clínicos e conversas com o paciente sobre sua rotina diária, dieta alimentar, históricos médico e familiar – qual a dieta funcional para que seu intestino e, consequentemente, seu organismo trabalhe de modo equilibrado.

 FONTE: LINHA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

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