O vereador, Hodirlei Martins Pereira (PPS), o Mineiro comemora a assinatura do convênio por dois anos no valor de R$12 mil mensais da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) da cidade com a Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos, na sexta-feira, dia 23. Com isso, a entidade filantrópica retomará  o atendimento clínico de 78 alunos. Sem o dinheiro, o tratamento de fisioterapia e de fonoaudiologia está suspenso há mais de quatro meses. Hoje, apenas 33 recebem apoio psicológico. Mineiro visitou a unidade, na terça-feira, dia 27.

 Fundada, em 2005, a APAE aguarda somente o dinheiro de a municipalidade ser depositado na conta, o que deve acontecer nos próximos dias para fazer o processo de seleção de um profissional de fisioterapia e de fonoaudiologia. Aliás, por ter pressa em reiniciar o atendimento clínico, o órgão já está inclusive avaliando alguns currículos. Por sua vez, a instituição possui uma lista de espera de 335 candidatos, porém, por falta de recursos não há como reduzir esse número, em breve. O órgão funciona na Rua das Margaridas, 232, na Vila Santa Margarida.

A diretora Lara Benute Nunes disse que lamenta ainda o fato de a entidade filantrópica ter espaço físico suficiente para atender mais duas salas, ou seja, mais 17 alunos, mas a medida esbarra justamente em não possuir dinheiro para aumentar a quantidade de pessoas atendidas. Por outro lado, na reunião com Mineiro, ela e um dos fundadores da APAE, Moacir Elias Viana discutiram, por exemplo, os próximos passos da possível parceria com a Assistência Social local no valor de R$9 mil para beneficiar 50 famílias. O vereador colocou-se inteiramente à disposição para viabilizar o acordo.

No fundo, a entidade quer restabelecer o programa de convivência que até janeiro deste ano atendia 18 famílias, contudo, foram dispensadas porque apesar de pleiteado, no ano passado, o convênio fora negado por questões burocráticas. No fundo, mesmo sendo única na cidade, a APAE tem interesse em participar do chamamento público para selecionar o órgão parceiro, conforme determina o novo marco regulatório da assistência social no País. Na atualidade, além da parceria com a Saúde, a entidade recebe R$36 mil por mês da Educação para manter a alfabetização de 99 estudantes