‘Estamos como reféns’, diz morador que deixou o Córrego do Feijão depois do desastre. Lugarejos hoje convivem com traumas, transtornos causados por obras e perda de renda.

Barulho de máquinas pesadas, caminhões e caminhonetes cortando ruas e estradas, gente desconhecida cruzando o caminho todo o tempo. Um ano após a tragédia da Vale, comunidades de Brumadinho, antes acostumadas ao sossego e à tranquilidade, hoje vivem sem paz. Além do trauma pela morte de parentes e amigos, moradores reclamam de transtornos constantes.

No Córrego do Feijão, comunidade que dá nome à mina que foi cenário da tragédia que deixou 270 vítimas entre mortos e desaparecidos no dia 25 de janeiro de 2019, o clima ainda é de luto pela morte de cerca de 20 moradores.

Fonte: G1