Comitê de Ação Social e Econômica

A Prefeitura de Mogi das Cruzes adotou mais uma medida de conscientização da população a partir desta terça-feira (05/05). O monumento “O Bandeirante”, que é um dos símbolos da cidade, situado na entrada do município pela Rodovia Mogi-Dutra, recebeu uma máscara de proteção facial, que foi confeccionada de forma voluntária e instalada pelo Corpo de Bombeiros e Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. A iniciativa partiu do Comitê de Ação Social e Econômica. 

Após conceber a ideia, a equipe do CASE buscou informações sobre as medidas do monumento, que tem 13 metros de altura e 4 metros de largura. Utilizando a metodologia de escala, chegaram a uma máscara com 1,2 metro de altura e 50 cm de largura, mais 65 cm na região que representa o nariz. O modelo foi enviado para as costureiras ligadas ao programa Família Solidária e a confecção foi feita por elas, com tecido proveniente de doação. O trabalho, portanto, não representou gastos para a Administração. 

O objetivo é estimular as pessoas a utilizarem as máscaras, que são recomendadas por especialistas como uma forma eficaz de diminuir os riscos de contaminação da população pelo novo coronavírus. Em Mogi das Cruzes, o equipamento é obrigatório no transporte coletivo, agências bancárias, casas lotéricas e agências dos Correios. 

Além disso, a partir desta quinta-feira (07/05), o uso de máscara será obrigatório para todos que saírem de casa em todo o estado de São Paulo, de acordo com decreto anunciado pelo governador João Doria.

As costureiras do programa Família Solidária vêm atuando, desde o início da pandemia, com a produção de máscaras que estão sendo doadas aos profissionais da Saúde. Até o momento, 16,5 mil máscaras já foram feitas e distribuídas. Elas desenvolvem o trabalho diariamente, na Escola de Empreendedorismo e Inovação, que possui uma sala do curso de corte e costura oferecido pelo Fundo Social, devidamente equipada para esse tipo de trabalho. 

O monumento “O Bandeirante” é um dos marcos da cidade e retrata o bandeirante Gaspar Vaz, que fundou Mogi das Cruzes em 1º de setembro de 1560. Com três toneladas e feito em aço inoxidável, o monumento foi criado pelo artista plástico Belini Romano, que tem obras em acervos particulares de diversos estados brasileiros, além de França, Espanha e Japão.