UÉ! RAMELOU?

Aguardei ansioso para o pronunciamento de um “jornalista” da região, que recebe R$ 12 mil por mês para ficar falando bem de políticos e me atacar na internet. “Não vejo a hora de comentar sobre irresponsabilidade no jornalismo”, disse ele em uma postagem antes de participar de um programa com comunicadores. Na “hora H”, creio que ele deve ter esquecido da promessa e ficou bem quietinho.

Não sei se foi pelo fato de eu ter dito em meu programa matinal que, eu já o conhecia de outros carnavais e, se ele me atacasse sem motivos, eu começaria a falar um pouco mais da sua trajetória até aqui, ou ele acha que eu não sei?

E tem mais, se eu subir uma live na rua, não serão 500 pessoas que me assistirão, igual as lives que ele faz por aí. Tendo em vista a última live que eu fiz dentro de um posto de saúde na cidade, que passou de um milhão e cem mil visualizações. Tem um ditado por aí que diz o seguinte: “quem tem **, tem medo.”, então, é melhor continuar ganhado seus 12 paus quietinho, que eu também fico na minha, beleza?

SILÊNCIO NA FLORESTA

Com exceção de uns três vereadores da cidade de Ferraz de Vasconcelos, a população já apelidou essa nova legislatura de Ferraz de: “Os parlamentares mudos do Alto Tietê”. Tudo porque, o ano passado mais parecia um puxadinho da prefeitura do que uma casa que representa o povo. Todos os projetos do legislativo foram aprovados, tanto que, em um deles, os vereadores que foram a favor da lei que legalizava o Bolsa Ferraz, estão envolvidos no processo que deu liminar favorável a uma ação pública, que pode culminar na extinção do programa emergencial. Vamos aguardar ao retorno dos trabalhos em 2022, já que é a data da primeira sessão ordinária deste ano. Veremos se mais algum vereador entende que Ferraz não é o “País das Maravilhas” e comece a fazer jus ao seu salário, que, diga-se de passagem, é bem gordinho.

SE É COMIGO, EU FAÇO PASSAR VERGONHA AO VIVO

O meu amigo Gustavinho da página Salve Ferraz foi convidado para participar de um bate-papo promovido por uma Web TV, que foi apelidada por um ex-funcionário da TV Cenário de “Minha mãe mais eu” e, logo de cara, me disserem que mesmo antes das considerações iniciais, a pessoa que estava intermediando o debate, solta essa: “Salve Ferraz, como irá se chamar agora, Gustavinho? Porque não tem mais o que salvar em Ferraz”, e depois já foi logo expondo uma conversa que ele teve com Gustavinho pelo WhatsApp, quando o jovem brincou perguntando se haveria uma cerveja no bate-papo, o apresentador, em vez de apenas dizer no privado, que não teria, ele disse: “O Gustavinho perguntou se teria uma cerveja e eu respondi que não, pois, aqui é um programa sério”. Na boa, não sei como o Gustavinho não deu uma invertida ao vivo. E para terminar o show de horrores, o intermediador chamou o outro convidado, o meu amigo Roni Roger, de gago, ao vivo.

ÁUDIOS VAZADOS

Este mesmo cidadão que quis tirar um “barato” dos comunicadores, andou mandando alguns áudios falando de mim para algumas pessoas. Só esqueceu de dizer que, quem o ajudou e estendeu as mãos quando ele veio para a cidade, e estava prestes a ser preso por agredir a ex-mulher, fui eu, também fiz de tudo para amenizar a situação entre o ex-casal. Ele também esqueceu de dizer que fui eu e meu irmão quem deu um nome para ele na cidade e colocamos ele até para tocar em nosso grupo de pagode. Ah, esqueceu também de dizer que eu livrei ele de tomar uns tiros, quando ele deu em cima da mulher de uma pessoa bem ligada a mim, e eu o protegi naquele dia. Mas tudo bem, a vida é assim. Já me acostumei a ser apunhalado pelas costas, por pessoas a quem estendo as mãos.