A espera acabou. A bola começa a rolar nesta quinta-feira (11) para a maior edição da história da Copa do Mundo. Pela primeira vez, o torneio contará com 48 seleções, distribuídas entre Estados Unidos, México e Canadá, em uma competição marcada por recordes, mudanças nas regras e um cenário de fortes tensões políticas internacionais.
Além do aumento no número de participantes, o Mundial de 2026 terá 104 partidas, mais sedes e uma duração maior em comparação às edições anteriores. A expansão abre espaço para estreantes e seleções que nunca haviam disputado a principal competição do futebol mundial, tornando a disputa ainda mais diversa e imprevisível.

Dentro de campo, a FIFA também promove mudanças na arbitragem, com novas diretrizes e ajustes nas regras visando dar mais transparência às decisões e maior dinamismo aos jogos. Fora das quatro linhas, a competição começa sob o impacto de debates geopolíticos

envolvendo imigração, segurança e relações diplomáticas entre países participantes e anfitriões.
A abertura oficial acontece no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México, com a cerimônia de abertura seguida pelo confronto entre México e África do Sul, repetindo o duelo que inaugurou a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.
Entre festa, tradição e expectativas, o Mundial de 2026 promete entrar para a história como a Copa dos recordes — e também como uma das mais desafiadoras e simbólicas dos últimos tempos.









































































































